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Trabalhar em dois países

2013-11-18
Dária Tchubukova Ferreira - responsável pelo mercado russo na Market Access - e José Bento da Silva - que já foi o representante da empresa no Reino Unido - falaram ao jornal Público sobre a experiência de viver em dois países em simultâneo.

"Quase todos os meses apanham aviões e aproveitam as viagens para descansar e pôr leituras e séries em dia. Aprendem a gerir o tempo de forma mais rigorosa e a fazer cedências: adaptam-se mais facilmente a outras realidades e, por vezes, não podem fazer mais a não ser resignarem-se com o facto de perderem o aniversário de um familiar ou amigo. Desfazem a mala assim que chegam, para não estarem sempre a pensar na próxima viagem, mas na verdade gostam de andar de um lado para o outro e de aprender a fazer novas coisas. 


Depois do choque da primeira vez que tiveram de dividir o trabalho entre dois países, Dária, Gilberto, José e Pedro admitem que, hoje em dia, trabalhariam em qualquer país do mundo. Dária Ferreira é bilingue: fala português e russo fluentemente e o trabalho faz com que se divida entre os dois países. “É um estilo de vida”, diz esta consultora de 31 anos. Gilberto Martins desdobrou-se entre Lisboa e várias cidades do Brasil até há dois meses, durante dois anos. Concorda com Dária: “Tens de conseguir gostar muito de sair da tua zona de conforto e conhecer outras coisas para conseguires compensar alguma solidão associada”. 

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